Segunda-feira, 2 de Abril de 2012





WAKE UP CALL: Don't leave the one who's not afraid to care about you, even if you're still thinking about the other old special one.

Sexta-feira, 23 de Março de 2012

Terça-feira, 13 de Março de 2012

People come and go like the seasons, but...

...não me venham com aqueles tretas feitas que ninguém é insubstituível e que longe da vista, longe do coração. Nunca concordei, não concordo e, apesar do futuro estar reservado aos Deuses, acredito que continuarei a não concordar.
O que o ser humano tem é uma enorme capacidade de re-adaptação. Uns mais lentos que outros, mas todos acabamos por aceitar. Mas, aceitação é totalmente diferente de um apagão de memória.
Para mim, todas as pessoas que significaram alguma coisa, são completamente insubstituiveis. Confesso que são poucas, talvez por não me conseguir dar facilmente ou até talvez por admirar o carácter de exclusividade. Todas e sem excepção podem contar comigo, mesmo se agora as visse e não as cumprimentasse, porque não nos falamos. Estranho passar por alguém que nos diz tanto, que foi umas das poucas pessoas que realmente interessaram e não as cumprimentar. Cumprimentamos desde os nossos vizinhos, colegas de universidade, o funcionário do café que frequentamos, mas não nos dignamos a dizer um simples "olá" ao nosso melhor amigo de anos. Isto tudo devido ao orgulho que nos corrói inconscientemente por dentro. A cortesia desaparece, dando lugar a uma tristeza e incerteza de felicidade que invadem todos os nossos poros e é nesse momento que nos sentimos tão pequeninos, tão mesquinhos. Como podemos deixar pessoas escapar por uma mera estupidez? Chegamos a uma conclusão mais que óbvia, mas parece que nada podemos fazer para a combater. E é tão mentira.
Mas que raça estranha a nossa! Não seria tudo mais fácil se conseguissemos lidar de frente com os nossos sentimentos? Não seria tudo mais fácil se deixassemos para trás aqueles esquemas ardilosos que nos ajudam a encobrir as nossas emoções? Se fossemos transparentes, talvez a mágoa que reside em muitos de nós seria bem menor. Acredito piamente que seriámos todos mais felizes, mais leves, porque sabiámos que não iria ficar nada por dizer. As palavras, por vezes, podem significar tanto, quando realmente sentidas. Vulgarizamos até a nossa língua. Falar por falar tornou-se uma prática reiterada e isso irrita-me tanto. Quando realmente sabemos que gostamos, dizemos. Que se lixe. Não somos menos homens ou mulheres por assumirmos, pelo contrário, antigimos o ponto máximo da humanidade, do racionalismo. Agora, pronunciar palavras aleatórias desprovidas de qualquer verdade a outrem só porque sabemos que vai saber bem ouvir, não vale a pena. A inteligência humana, neste senitdo, assemelha-se a algo negativo. Aliás, não nos faria mal nenhum agir sem grandes prévios pensamentos esquemáticos criados na nossa cabecinha.
Sejamos livres no sentido mais lato da expressão.

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

UFAAA here comes my man





Que posso pedir mais? Tão invulgar e canta tão bem Maroon5...embrulhem-no e enviem-no para Portugal. Eu pago os portes de envio xD


Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

MALTA VS PORTUGAL


La Valletta: Grand Harbour




Guimarães: Oliveira


É tão bom voltar a casa...



Depois daquela língua estranha, daquele frio estonteante, daquela comida que metia nojo aos enojados, eis que, mais uma vez, senti aquela sensação reconfortante de pisar solo vimaranense, de respirar o nosso ar, de falar português...



De cada vez que saio deste meu canto, mais o valorizo, mais o sinto, mais o venero, mais percebo a sua autenticidade. Eu não sou uma mistura de culturas, não sou dali nem dacolá, não preciso de falar duas ou três línguas na minha cidade para me perceberem. Eu sou de Guimarães, vivo em Guimarães e aqui fala-se português.



Em Malta, a situação é completamente diferente. Fiquei com a triste ideia de que eles não sabem a sua origem, que não sabem de que é que são feitos. Valletta, a capital, é somente um pedaço de terra detentora de grandes edificios velhos de calcário, fazendo lembrar Marrocos, embelezada, unicamente, pela água que a rodeia. Os nomes das suas ruas remetem-nos para Londres. É uma cidade de altos e baixos, existindo uma avenida comercial, mas que em nada se assemelha à Oxford street da capital inglesa. Há uns que falam inglês, outros maltês. Maltês é uma mistura de inglês, alemão e italiano. É completamente incompreensível.

A cultura maltesa reflete as influências variadas dos países a governaram, como Inglaterra e Itália, mas não refecte a grandeza que caracteriza estes países.

Ora, caso queiram conhecer Malta, aconselho a visita a Valletta, mas a ficarem hospedados, por exemplo, em Sliema que é uma cidade que fica mesmo pertinho, mas é bem mais bonita. Ah e tentem ir a partir de Abril. Os preços dos hoteis disparam, mas compensa! Também levem a carteira bem abastecida, porque os restaurantes, cafés, bem como passeios de barco são carotes. A nível de recordações, não achei nada de anormal.


Como adoro vistas para o mar, de Valletta destaco: Grand Harbour. O passeio que dei por lá foi espectácular. Foi mesmo muito relaxante, apesar do frio que se fazia sentir.


Contudo, não pretendo voltar, nem me imaginava a lá ficar mais do que uma semana. Enfim, foi bom conhecer mais um país europeu.